domingo, 5 de maio de 2013
Mudando de Pau pra Cacete
Sempre procurei ver o lado bom dos fins de relacionamento. Por mais chato que fosse, eu procurei (e quando aconteceu comigo também) sempre dar mais importância à coisa do aprendizado, dos momentos bons e bláwhiskas.
Quando me solicitam conselhos, tem que estar pronto pra ouvir o que quer e muito provavelmente o que não quer, porque, minha visão das coisas quase sempre diverge das respostas que querem ouvir.
Todo mundo diz que quando acaba um lance, um rolo, um arrebate, um frisson ou um caroço, não sei, algo importante, uma espécie de relação-lixo-reciclável, fica amigo e que tudo bem. Mentira! As coisas demoram, não cicatriza assim... num passe de mágica e é foda quando tu percebe que só quem procura manter essa postura (amigável e tô na minha, lambendo minhas feridas na minha) é você. Que o zé mané (ou a piriguete), quando arruma outra pessoa, vai te dar um Ctrl+Del pra sempre e ainda fingir que tu nunca existiu. Tipo, enquanto tu está lá levantando a bandeira de "pow, que que eu faço com a deprê" ele (a) tá levantando a de "nunca vi na vida!".
Tri, né?Ponto pra quem consegue.
Vejo cada coisa, ouço cada caso das minhas amigas (os) e talls (minha vida pessoal - em todos os sentidos anda igual uma lesma quando passa devagar, com nada acontecendo) que melll delllsss...
Por essas e outras ando ficando meio traumatizada (talvez justifique porque eu não me permito muito) e sinto que não vou conseguir me sentir segura num relacionamento tão cedo. Não que eu não me garanta, não é isso, faço bem meu papel. Só que, eu não tenho mais 25 anos e o mesmo charme de outrora.
Aí o tempo passa, o tempo voa, e quando começar a aparecer gente com coragem de assumir algo comigo, eu vou pensar tanto, mas tanto, mas tanto que o meliante vai perder a paciência e mandar pra pqp!
E aí Braseeeel? O que fazer?
Desistir da vida ou procurar o site pornô mais próximo e ser feliz?


