sexta-feira, 22 de maio de 2015



Minha paz cotidiana vem de um riso, vem de um disco, vem de um abraço necessário e quente, que me come em apertos. Eu danço meus dedos entre as covinhas mais bonitas do universo e deixo minhas bochechas descansarem em uma barba maltratada e fora de órbita. Eu me perdi pra encontrar você, moço e to pagando o preço diariamente, te vendo invadir a minha loucura e explorar todo o desespero do mundo, preso em um pequeno músculo, que grita teu nome em intervalos regulares de sua batida.