quinta-feira, 22 de junho de 2017
Sábias palavras
Há momentos em que são precisas e
preciosas as palavras do Marquês de Pombal, ao ser questionado pelo Rei Dom José sobre o terremoto
de Lisboa (1755), a respeito do que se havia de fazer. Ele respondeu ao rei: “Sepultar os
mortos, fechar os portos e cuidar dos vivos”.
Essa resposta simples, franca e direta tem muito a nos ensinar.
Cuide do que restou!
Muitas vezes temos em nossa vida “terremotos” avassaladores
como o de Lisboa no século XVIII. A catástrofe é tão grande que
perdemos a capacidade de raciocinar de forma simples, clara e objetiva.
Esses “terremotos” podem ser de toda ordem: pessoal,
afetivo, profissional. Como se tivéssemos recebido "um lote" com defeito da
vida e nos tornássemos tão contaminados que não conseguimos detectar nossa posição diante do
contexto.
Todos nós estamos sujeitos a “terremotos” na vida.
Quem está vivo sabe que há “falhas geológicas” sob nossos pés e que podem gerar um tremor a qualquer instante sem
que estejamos preparados. O que fazer?
“Sepultar os mortos, fechar os portos e cuidar dos vivos”.
E ponto.
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