domingo, 30 de junho de 2013
Free Hugs
Eu, raramente, falo sobre isso mas quando eu decido sai poema, poesia, rima e desejo. Deixo a sensação de que nasci com isso, com este romantismo. Quando, na verdade, é só assim que eu vejo:
Do abraço..
Eu já abracei muitas pessoas nesta vida, também já fui abraçada.
Mas tem gente que não sabe abraçar. Abraça desabraçando. Meio distante, colado.
Às vezes rápido, às vezes demorado.
Tem gente que nem sabe o que é abraçar de verdade. Abraço que alivia, que imuniza, que transcende, abraço que acalma, que dá espaço e cede.
Abraço de pai, de mãe, amor, filho, avô, amigo, avó, tio, vizinho ou conhecido. Ainda outros tantos...
Abraço que abraça, entende?
Pra que tudo vire verbo e verbe.
Alguns abraços são tão frios que congelam, outros tão aquecidos que falam.
Muitos deles com o poder de tirar a dor, falar de amor sem uma palavra sequer.
Encontro de dois corações, pulsando em peitos diferentes, às vezes falam a mesma língua, às vezes calam igualmente.
Eu não poderia deixar de falar do abraço, não porque tem um dia instituído (22 de Maio) mas porque a palavra às vezes até perde a fala diante de sentimento grande. Abraço, não.
Minha inspiração? O Abraço deste vídeo, que antecede uma belíssima canção... mas que a dispensaria pela dimensão do A B R A Ç O.


