terça-feira, 30 de julho de 2013
Não sei vocês, mas eu leio Gabito, Daniel M. Martinho, Neruda, Martha Medeiros, Humberto Gessinger e outros tantos, cuido da casa, trabalho em vários projetos ao mesmo tempo, escrevo meus direitos, sonhos e desejos em bilhetes, na agenda pra lembrar de realizar. Canto no chuveiro e sem melodia e às vezes gostaria que ninguém me fazesse interrogatórios.
Valorizo os pormenores dos relacionamentos. Faço figa pra a sorte não me abandonar e vivo cada dia de bem comigo mesma. (Tenho um pequeno problema com a balança, mas va lá..)
Talvez você, caro leitor, não me entenda. Não faz mal, nem eu mesma consigo compreender e até onde fui , transcrevi apenas algumas interpretações das fases que vivi, o restante eu vou levando. No mais eu tenho uma profunda devoção a tudo aquilo que me faz bem e nessa eu até acredito em alguns anjos, todos os dias tento aumentar minha fé. E nunca, nunca mesmo fechei a edição dos meus conhecimentos sobre o amor. Esse é o advento pelo qual tenho maior admiração, mesmo sabendo que ele anda demorando demais aparecer por aqui. Não quero viver desacreditando em algo tão bom, mesmo ele sendo hóspede passageiro no meu coração.
Busco muitas coisas e acho saudável esse projeto. Atento mais pela sobrevivência de atos felizes. Nem que seja para conservá-los na memória. Não sei sobre você, mas eu tenho uma coleção ideias e a maioria delas sem serventia. Tenho também uma safra de metas anotadas em um caderninho que esperam o dia seguinte pra acontecer.
Frequentemente divago, falo com meus cachorros, dou risada sozinha e faço estorvo na minha paciência que é sempre apressada.Tiro onda com minha civilidade embora eu permaneça guardada em minha solidão.
Sigo assim e não aceito a superficialidade de algumas pessoas, não entendo e nem faço faço esforço pra isso. Comigo não tem nada de raso. Me apego ao contraponto da realidade afirmando que o amor é contravenção, loucura, tarja preta para realizar sonhos e a vida é apenas um aviso prévio, insinuando que a felicidade tem que ser pra hoje.
Acredito que é por isso que a maioria das pessoas que me conhece, diz que sou ligada na tomada. Diz que sou hiperativa, 220 volts.
Só que o que me dá na telha, acontece, pode apostar. E geralmente não demora muito.
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