sexta-feira, 12 de julho de 2013

paixão incondicional.




Mouton Rothschild.
O que me inspira pra escrever pra vocês agora é uma peculiaridade deste vinho, aproveitando o tempo livre estava vendo algumas fotos da viagem que fiz para a França e quero dividir com vocês:

Sua classificação inicial, em 1855 era como deuxième Cru Classe (segundo vinho), isso fez com que o novo proprietário Baron Nathaniel de Rothschild fosse atrás de condições que levassem seu vinho a um grande salto, de Cru Classe para Premier Grand Cru Classe, que é aqui aonde quero chegar. Até ele conseguir tal feito, todos os rótulos de seu vinho saíam com a seguinte frase - “Premier ne puis, second ne daigne, Mouton sius” (Primeiro posso não ser, segundo não me conformo, Mouton eu sou), ele achava que tinha sido uma puta injustiça seu vinho ter passado tantos anos sem o reconhecimento devido. Assim que ele conseguiu, na safra de 1973, adotou a nova frase – “Premier je suis, second je fus. Mouton ne change” (Primeiro eu sou, segundo já fui. Mouton não muda).

É um vinho lendário, um dos únicos no mundo que ilustra seus rótulos com obras de grandes artistas, como Picasso por exemplo, safra a safra, ano a ano.