segunda-feira, 2 de junho de 2014

Da Economia Gaúcha:


Em vista do RS estar permanentemente num perrengue desgraçado, crescendo menos do que a economia nacional porque o glorioso estado dos gaúchos têm investido pouco por causa da corja (lê-se conjuntura política) que faz com que a maior parte arrecadada seja gasta em ‘correntes’ – perdendo participação de 1,6 % no PIB Brasileiro (= a 7 bilhões/ ano).
Vou aqui elencar as causas, as 3 principais, que tá causando a ‘lambança’:

Acumulação de capital                                                         Expansão da força de trabalho
(Poupança pública e privada)                                               (Taxa de Natalidade e composição de renda)


Tecnologia, Educação e Treinamento
(Elevação de produtividade do capital e do Trabalho)


além é claro de outros fatores como: empreendedorismo, ambiente de negócios favorável, respeito à contratos(regras do jogo estáveis).
Minha gente, o investimento feito pelo estado do RS (receita corrente liquida) é só de 5%!
E os outros 95% vai pra Salário, Gasolina, Água, Luz, Passagem, bláwhiskas ...
Sendo que a evolução do ICMS nominal do RS (R$ milhões) em 1999 (Governo de Olivio Dutra) arrecadava 4 Bi. Em 2013 (Atual governo) arrecada 24 Bi, muito mais do que era arrecadado em 99 e não mudou em nada para os pobres gaúchos!

Tá mas, como resolver a bagunça que temos no nosso estado?

 criar programas de saneamento das contas públicas:
- redução/ eliminando déficit publico orçamentário do RS,
- aumentar o investimento publico com recursos próprios,
- melhorar a qualidade da educação.

O governo pode realizar ações para modificar o quadro do RS!

Poderia por exemplo, colocar metas para finanças publicas e estaduais (O Gasto corrente não pode crescer mais do que a inflação!);
Também poderia fazer um aprimoramento da reforma previdenciária (estipular um teto previdenciário máximo e era isso);
Poderia melhorar a qualidade da educação com gestão de resultados nas escolas (incentivo aos professores), elaborar um sistema de prêmio (financeiro) para escola que se destacar no ensino, dando obviamente prioridade ao ensino básico.
Outra alternativa seria fazer uma adequação ao plano de carreira – fim da licença prêmio, fim dos anuênios e quinquênios, fim das incorporações e gratificações por funções.

Sei que teoricamente parece fácil, que na prática tem que ser um objetivo comum pra que a parada funcione, mas se os governantes não se ligarem na realidade a coisa vai ficar ainda mais preta!

E, daqui a pouco, além da vaca ir pro brejo não vai conseguir sair...