sexta-feira, 24 de outubro de 2014


Se é pra falar de amor, vou falar da sutileza do amor que entra na vida sem ser chamado. Mas que pode ficar o quanto quiser. De preferência para sempre. Se for de abraço, vou falar daquele encaixe gostoso que afasta qualquer coisa lá fora. Do mundo que nos cabe no quentinho de um aperto em braços seguros.
Se for pra falar da presença, vou falar de você instalado na minha vida. No meu peito. Na minha cabeça. Na tela do celular quando uma mensagem sua chega. No sorriso de canto de boca, quando as lembranças insistem em vir à tona.
Se é pra falar de nós, vou falar inevitavelmente de amor. De pernas entrelaçadas. De cheiros e “preguicinhas”. Se é de carinho, vou dizer que não existe igual ao teu. Da urgência e da necessidade de sermos mais nossos.
Se for pra falar de vontade, vou falar de você. Vontade de morrer de amor. Vontade das coisas boas que você trouxe junto com seu sorriso. É fácil ver o bem que faz amar você.
E se, finalmente, for pra falar em futuro, vou dizer que meus planos te englobam pra nunca mais ter saudade quando o final do dia chega.